www.mundodatv.com - a TV num clique

Home

  22/11/2008  

        ao vivo | webTV | notícias | história da tv | vídeos | emissoras | loja

Produção
» Novelas
» Seriados
» Programas
» Jornalismo
» Comerciais
»
Documentários
Técnica
» A câmera
» TV Digital
» Como funciona
» Equipamentos
Profissional
» Personalidades
» Entrevistas
» Cursos
» Faculdades
»
Currículos
Televisão
» Livros
» DVDs
» Produtoras
» Cinema
»
TVs pelo mundo
Nosso site

» Fale Conosco
» Favoritos
» Página Inicial
»
www & links
» Quem somos

  Televisão
  Cinema
 

Cinematografia, arte e técnica de fazer filmes. Embora Thomas Edison tenha patenteado o quinetoscópio em 1891, o cinema propriamente dito só surgiu realmente com o lançamento, em 1895, pelos irmãos Louis e Auguste Lumière, em Paris, do cinematógrafo, capaz de projetar películas sobre uma tela. O som foi conseguido com a invenção dos sistemas de sincronização som-imagem, pela Vitaphone (1926) e a Movietone (1931).

O funcionamento do cinema baseia-se em uma propriedade do olho humano, conhecida como princípio da persistência das imagens na retina. Esse princípio foi formulado em 1829 pelo físico belga Joseph Plateau.

A rápida sucessão de imagens fixas projetadas na tela provoca a impressão de movimento. Os filmes costumam ser de 24 imagens por segundo e, na época do cinema mudo, tinham 16, velocidade que parece suficiente para manter a ilusão de um movimento contínuo.

A CÂMERA DE CINEMA  
É semelhante a uma câmera fotográfica. A necessidade de fazer muitas fotografias por segundo exige a utilização de um mecanismo específico, que permita a rápida circulação do filme dentro da câmera.

O deslizar contínuo do filme se faz por meio de uma ou duas rodas dentadas. Nas câmeras de cinema, a película passa verticalmente. Entre a objetiva e a película há um obturador que gira continuamente, abrindo e fechando alternadamente a abertura do diafragma. Para conseguir um enquadramento mais preciso, a maioria das câmeras profissionais tem um sistema de visor reflex. Muitas podem incorporar uma câmera de vídeo em miniatura, com a qual se transmite a imagem do visor reflex a um monitor, para que outros membros da equipe possam acompanhar a filmagem. Esse sistema é conhecido como video assist.

A qualidade das imagens projetadas dependerá, entre outros fatores, da superfície de película gravada. Para o cinema profissional e a publicidade, normalmente emprega-se o formato de 35 mm. A película de 16 mm é mais utilizada em documentários. Também existe uma versão desse material conhecida como Super 16, com uma superfície maior da película, resultando daí uma imagem de melhor qualidade, que pode ser ampliada para 35 mm, com vistas à sua distribuição para salas comerciais. O uso da película de 8 mm, antes muito utilizada pelos cineastas amadores, foi substituída pelas câmeras de vídeo, enquanto o formato superior, de 70 mm, é empregado apenas ocasionalmente, para filmes que exigem uma especial qualidade de fotografia.

PROCESSAMENTO NO LABORATÓRIO  
Depois de revelado o negativo, ele é reproduzido em uma copiadora, para que sejam obtidas imagens positivas. A maioria das cópias é feita por meio de máquinas de contato contínuo, em que o negativo já revelado e um filme positivo virgem rodam juntos, entrando em contato superfície com superfície, sob uma fonte luminosa controlada. Depois, o filme impresso passa às mãos do montador, que fará a cópia de trabalho (ou copião), cortando e unindo as cenas na ordem adequada e nos pontos em que o corte entre planos se dá com mais suavidade ou consegue um maior efeito dramático.

SONORIZAÇÃO
A gravação do som faz-se normalmente em fitas de bobina abertas, para gravação analógica, ou em fitas de DAT, para gravação digital. Atualmente a sonorização se faz geralmente em suportes informáticos digitais.

O master do som magnético é transferido para um som óptico. O negativo de imagem já montado e o som óptico são então copiados conjuntamente, para obter-se a primeira cópia, ou cópia zero.

PROJEÇÃO  
Cada fotograma é iluminado intensamente por trás, por uma potente fonte luminosa, tal como um arco de xenônio. Uma lente enfoca a imagem dos fotogramas projetados sobre a tela da sala. O filme vai passando através do diafragma, fotograma por fotograma (como na filmagem), mediante uma roda dentada intermitente.

 

Emissoras
















Copyright © mundodatv.com.br. Todos os direitos reservados / All rights reserved